15.5.08

«O melhor do acto de escrever é possibilitar inúmeras interpretações e nenhuma delas se assemelhar à da pessoa cuja mão libertou aquelas palavras. a sua versão permanece absolutamente intacta, mesmo quando quem lê pensa ter atingido algum nervo mais sensível - pode ter atingido qualquer coisa mas nunca com a força desmedida de quem sabe onde dói e porquê.»